quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Monty Python

Esse grupo inglês de comédia é pioneiro no humor escrachado e cínico, com muita intelectualidade e finesse nos seus filmes como o clássico " Monthy Python and the Holy Grail".






terça-feira, 27 de outubro de 2009

Comfortably Numb

Uma das mais belas letras do rock, o solo mais perfeito da história da guitarra, um arranjo impecável do início ao fim !! Um dos pontos altos do épico The Wall, essa música é meu hino. Acho que é o mais próximo que já cheguei de Deus através dos meus ouvidos...



Paris, Texas

Um dos filmes mais humanos, calados, originais, fortes, introspectivos e geniais de todos os tempos: Paris, Texas.O mestre Wim Wenders dirige a belíssima Natassja Kinski numa história comovente sobre desilusão e perda. O silêncio de algumas cenas falam através da antológica trilha do guitarrista Ry Cooder (conhecido por Buena Vista Social Club). A cena de abertura já antecipa uma obra prima da história da sétima arte...


terça-feira, 20 de outubro de 2009

Ja pensou nisso também?


Algumas vezes já me encontrei em alguns breves e extremamente dolorosos momentos quando penso que um dia não mais farei parte deste mundo. Isso é tão misterioso e assustador ao mesmo tempo, que chego a quase acordar suando frio desses pensamentos como alguém que desperta de um sonho ou pesadelo ainda confuso sem saber se isso é real ou não.

Muitas pessoas também já me confessaram sentir esse calafrio, quando essa certeza de um dia não mais existir invade sua consciência ainda que por alguns segundos. Sempre me questionei ou busquei alguma razão plausível que justificasse esse medo. Aliás, que todos reconheçam a importância do medo na nossa vida quando bem administrado. O medo faz a gente pensar, questionar, evitar, analisar e no mínimo tomar decisões com mais prudência, critério ou coerência. Não vou aqui, discutir o óbvio lado negativo do medo.

A conclusão a qual cheguei sobre a possível origem desse medo de não mais existir um dia, vem de um forte apego e amor à vida e às pessoas que nos cercam. Perder isso tudo realmente assusta. O quanto mais alguém realmente é feliz, mais medo (em tese) ele terá de não mais ser.

Em todas as situações de violência e desapego à vida que inundam os telejornais de hoje, sempre é claro e nítido um dos sentimentos que considero mais tristes na escala humana: não ter nada a perder. Quem não tem nada a perder não vive nem antes mesmo de qualquer conseqüência trágica de um ato de desespero. Por mais paradoxal que seja, caminhamos cada vez mais no sentido de legitimar esse sentimento de não se ter nada a perder. Sim, evoluímos como biologia, mas como espécie pensante estamos cada vez mais primitivos.

Existe uma frase numa belíssima canção do Caetano Veloso que expressa muito bem esse apego a que me refiro em relação a vida (passagem para os mais místicos) na Terra:

“Terra
por mais distante
do errante navegante
quem jamais te esqueceria”

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

What s that? Pai(ciência)

O titulo original desta pequena jóia é "What s that?". Mas por impulso e emoção que o filme me causou, repassei a amigos e parentes com o título de Pai(ciência).

É genial como uma idéia aparentemente simples pode gerar uma reflexão tão complexa e profunda ao mesmo tempo.

Apresentando













A idéia do termo "neurônios do mal" surgiu há tempos, quando ao conversar e dar conselhos a amigas e amigos comecei a causar nas pessoas reações favoráveis ao emitir opiniões politicamente não tão corretas sobre a vida e suas questões. Sempre fui tomado por uma capacidade quase bipolar de ver o mundo por ângulos que oscilam entre um humor sarcástico e um sensibilidade poética.

Já mais velho, descobri que ao nascer, a primeira frase que meu pai disse pra mim foi : "que menino inteligente!". Não que essa profecia tenha se transformado necessariamente em verdade, até porque o conceito moderno de inteligência é muito mais abrangente e complexo hoje em dia, e a maoiria das pessoas parece associar apenas ao Q.I. ; mas o curioso é pensar como esse lado racional e/ou cerebral ja me acompanhava desde os primeiros passos até na vontade paterna.

Falando de algumas mentes e pessoas que admiro muito (não necessariamente em ordem de importância) eu citaria : Roger Waters, Nietzsche, Caetano Veloso, Renato Russo, Chico Buarque, Tom Jobim, Vinicius, Tarantino, Bob Marley, Stanley Kubrick, Salvador Dali, Van Gogh, Woody Allen, Jimmy Page, Verissimo, Gerald Thomas, Armando Nogueira, Fernanda Young e tantos outros que cometerei a injustiça de não citar por economia de palavras, mais nada.

Hoje, formado em psicologia pela PUC RJ (nunca exerci), conformado por não ter realizado o sonho de ser da área de criação em publicidade, trabalho no ramo de entretenimento. Também sou músico (guitarra, baixo e teclado) e produtor nas horas vagas, apaixonado por cinema (sétima arte mesmo!!) e música (eletrônica/rock).

Postarei aqui alguns pensamentos a respeito de coisas que no cotidiano vão surgindo ou há tempos me chamam a atenção. Sejam bem vindos!! Comentem, apoiem ou discordem, riam ou chorem, gostem ou desgostem, mas opinem também.